O clareamento é um dos procedimentos estéticos mais procurados na odontologia. Quando bem indicado e acompanhado por um dentista, é seguro e deixa os dentes visivelmente mais claros. Entenda como funciona.
Os dois tipos principais
- Caseiro supervisionado: o dentista faz moldeiras sob medida e indica o gel clareador (geralmente à base de peróxido de carbamida), que o paciente usa em casa pelo tempo orientado.
- De consultório: feito na clínica, com gel de maior concentração (peróxido de hidrogênio) e proteção da gengiva. Pode ser combinado com o caseiro.
Antes de clarear: avaliação
Cáries, gengivite, restaurações com infiltração e dentes com trincas precisam ser tratados antes. A avaliação também verifica se o clareamento é indicado: gestantes e lactantes, por exemplo, devem adiar o procedimento.
Sensibilidade é normal?
Uma sensibilidade passageira é comum durante o clareamento. O dentista pode ajustar o tempo de uso, indicar produtos dessensibilizantes e, em alguns casos, usar o laser de baixa potência para aliviar o desconforto.
O que o clareamento não muda
Restaurações em resina, facetas e coroas não clareiam. Se elas ficam em dentes da frente, pode ser preciso trocá-las depois para acompanhar a nova cor.
Cuidado com produtos sem orientação
Pós, cremes "milagrosos" e géis comprados pela internet podem desgastar o esmalte, irritar a gengiva e aumentar a sensibilidade. O clareamento com acompanhamento profissional é o caminho mais seguro.
Tem dúvidas se o clareamento é indicado para você? Agende uma avaliação em Atibaia.
Conteúdo informativo, que não substitui a consulta com um cirurgião-dentista.

Cirurgiã-dentista em Atibaia/SP, formada pela USF, com formação em laserterapia para pacientes oncológicos pelo Hospital Israelita Albert Einstein.